Vitor Kley conquistou importantes vitórias com o álbum “As Pequenas Grandes Coisas”. O músico viajou o Brasil e o mundo em turnê, cantou em grandes festivais e aproximou ainda mais a relação com o público. Vitor compartilha agora cinco faixas inéditas que vieram também das sessões criativas do projeto. Entre os destaques, está a participação de Joyce Alane na faixa “Abalo Psicológico”, composta por Vitor e Carol Biazin. “Foi um processo muito fluido e a Joyce cantando junto é incrível. Eu amo o jeito que ela canta, de onde ela vem, a forma como ela se entrega pra música. Tem tudo a ver”, disse Vitor.
O EP reúne faixas criadas no mesmo processo de As Pequenas Grandes Coisas e que agora ganham um novo espaço. “Elas estavam na seleção para entrar no disco, mas acabaram ficando de fora”, explica. “Desde a primeira vez que fiz um álbum, eu já pensava: tem música que fica de fora que talvez seja tão boa quanto as que entram.” O lançamento apresenta cinco inéditas. “Sobraram várias músicas, mas a gente selecionou cinco para dar esse presente e mostrar um pouco da história que ficou de fora do álbum.”
Cada faixa revela diferentes nuances do projeto. “Abalo Psicológico”, com participação de Joyce Alane, abre o EP com leveza e evidencia a química entre os artistas. Em seguida, “O Vento” traz um momento mais potente, abordando resiliência e busca por paz interior. “Da Minha Natureza” segue em tom introspectivo, com maturidade e leveza, enquanto “Desacostumei” se apresenta como uma reflexão sensível sobre perdas. “Vivão e Vivendo” encerra apontando para um horizonte mais luminoso, com um olhar otimista para o futuro.
O envolvimento com o projeto é intenso. “Eu tô muito feliz com esse projeto, porque me arrisco a dizer que gosto até mais dele do que do próprio álbum. É aquela coisa: tudo que a gente vai lançar parece ser sempre o melhor que a gente pode fazer dentro do momento.” Vitor destaca que a sonoridade valoriza a execução ao vivo. “Esse deluxe tem uma característica muito especial: são músicas feitas por pessoas, tocadas de verdade. Tem bateria, baixo, guitarra, é gente tocando, colocando a mão ali, sabe? Isso é muito importante pra mim.”
A capa acompanha esse conceito, com direção criativa de Raphael Correa e ilustração de Amanda Emerim, trazendo elementos da criança interior e simbolizando a última nuvem no céu, como uma possível última dança do ciclo de As Pequenas Grandes Coisas em estúdio.

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