Em clima de 15 anos de Lollapalooza Brasil, relembre as apresentações de grandes nomes do pop feminino que passaram pelo festival
Antes mesmo de o próximo line-up ser anunciado, o Lollapalooza Brasil já tem uma história recheada de momentos inesquecíveis. Ao longo de quase 15 anos, o festival recebeu artistas que chegaram ao país como fenômenos mundiais, estrelas em ascensão e nomes que, depois de pisarem no palco do Lolla, conquistaram ainda mais espaço na música internacional.
E se tem um gênero que acompanhou de perto essas transformações, é o pop!
Entre Lana Del Rey, Billie Eilish, Miley Cyrus, Lorde, Rosalía, Olivia Rodrigo e outros grandes nomes, o festival se tornou palco para apresentações que renderam hits cantados em coro, momentos emocionantes, looks inesquecíveis e performances que continuam na memória dos fãs.
Para entrar no clima da edição comemorativa de 15 anos, relembre 15 cantoras que já passaram pelo Lollapalooza Brasil e alguns dos momentos que fizeram história no festival.
Lorde: quando “Royals” virou um dos grandes hinos do Lolla
Lorde foi uma das artistas que ajudaram a transformar o Lolla em ponto de encontro de uma nova geração de fãs de pop alternativo. Com “Royals”, “Team” e outros sucessos, a cantora neozelandesa levou para o festival uma apresentação que combinava intensidade, personalidade e uma conexão enorme com o público.
Em suas passagens pelo Lolla, Lorde mostrou no palco por que havia se tornado um dos nomes mais interessantes de sua geração.
Lana Del Rey: um show para ficar na memória
Poucas artistas combinam tanto com a atmosfera de um festival quanto Lana Del Rey. Com sua estética cinematográfica, voz marcante e repertório repleto de músicas que atravessaram gerações, a cantora protagonizou uma das experiências mais aguardadas pelos fãs do Lolla.
“Video Games”, “Summertime Sadness”, “Born to Die” e “Young and Beautiful” transformaram o festival em uma espécie de grande karaokê coletivo, só que com uma atmosfera digna de filme.
Miley Cyrus: do pop teen ao palco do Lolla
Miley Cyrus chegou ao festival carregando uma carreira que já havia passado por várias fases. A antiga estrela teen se transformou em uma das artistas mais versáteis de sua geração, transitando entre pop, rock e country.
No Lolla, o público pôde conferir justamente essa mistura de referências, com espaço para músicas de diferentes momentos de sua trajetória.
Billie Eilish: a nova geração ganha um dos maiores palcos do país
Billie Eilish representa uma virada importante na história recente do pop. Com apenas alguns anos de carreira, a cantora já havia criado uma identidade visual e sonora completamente próprias, e transformado músicas intimistas em fenômenos globais.
Sua passagem pelo Lolla colocou no palco uma das maiores estrelas da nova geração e mostrou a força de uma artista que conseguiu transformar vulnerabilidade em espetáculo.
Olivia Rodrigo: o pop-rock de uma geração
Poucos nomes tiveram uma ascensão tão rápida quanto Olivia Rodrigo. Depois de conquistar milhões de fãs com “drivers license”, “good 4 u” e outros sucessos, a cantora chegou ao Lolla como uma das grandes representantes de uma nova geração.
Entre guitarras, letras confessionais e refrões feitos para serem gritados por milhares de pessoas, Olivia levou para o festival a energia de um grande show de pop-rock.
Rosalía: quando o flamenco encontrou o pop global
Rosalía nunca foi uma artista fácil de colocar em uma única caixinha, e talvez seja justamente por isso que sua passagem pelo Lolla tenha sido tão marcante.
A cantora espanhola levou para o festival uma mistura de flamenco, pop, R&B e música eletrônica, acompanhada de uma performance visualmente poderosa.
Halsey: intensidade do começo ao fim
Halsey construiu uma carreira marcada por músicas confessionais, performances intensas e uma relação próxima com os fãs. No Lolla, esse lado emocional encontrou um público disposto a cantar cada palavra.
A cantora passeou por diferentes fases da carreira e mostrou por que se tornou uma das vozes mais reconhecidas do pop alternativo.
Doja Cat: o pop sem fronteiras
Doja Cat representa um pop cada vez mais híbrido. Rap, R&B, eletrônico e referências visuais se misturam em seus trabalhos, e também em suas performances.
No festival, a cantora mostrou por que se tornou uma das artistas mais comentadas da música contemporânea, com um show que aposta tanto na música quanto na presença de palco.
Marina: teatralidade, drama e muitos hits
Marina, conhecida anteriormente como Marina and the Diamonds, sempre teve uma relação especial com o público brasileiro. Seu pop teatral, cheio de personagens, cores e letras confessionais, encontrou no Lolla um público particularmente apaixonado.
Ellie Goulding: uma pista de dança a céu aberto
Se o Lolla também é conhecido por transformar grandes palcos em pistas de dança, Ellie Goulding ajudou a cumprir essa missão.
Com sucessos como “Lights”, “Burn” e “Love Me Like You Do”, a cantora levou seu pop eletrônico para o festival e colocou milhares de pessoas para dançar.
Tove Lo: sem medo de falar sobre amor, sexo e excessos
Tove Lo sempre ocupou um espaço particular no pop por transformar temas como relacionamentos, desejo, vulnerabilidade e excessos em músicas extremamente pop.
No Lolla, essa personalidade apareceu também no palco, em uma apresentação que mistura vulnerabilidade e atitude.
Tate McRae: a estrela que dança, e muito!
Tate McRae representa uma geração de artistas para quem cantar e dançar são partes inseparáveis da performance.
A canadense chegou ao Lolla com uma carreira em plena ascensão e mostrou no palco toda a experiência construída também na dança, com coreografias precisas e muita energia.
Sabrina Carpenter: Brinapalooza!
Sabrina Carpenter é um dos nomes que melhor representam a atual fase do pop. Com humor, estética retrô, letras bem-humoradas e uma presença de palco cada vez maior, a cantora transformou sua ascensão em um dos grandes fenômenos recentes da música.
Sua passagem pelo Lolla também marcou a consolidação de uma artista que deixou de ser promessa para se tornar protagonista.
Chappell Roan: o espetáculo antes mesmo de a música começar
Se existe uma palavra para definir Chappell Roan, é teatralidade. Com figurinos extravagantes, maquiagem, personagens e uma estética inspirada no universo drag e no pop de outras décadas, a cantora transformou suas apresentações em verdadeiros acontecimentos.
Sua ascensão meteórica fez com que ela chegasse ao Lolla já como um dos nomes mais comentados da nova geração.
Zara Larsson: hits pop direto das paradas
A sueca Zara Larsson também faz parte da história do Lolla. Dona de sucessos que dominaram as paradas internacionais, a cantora representa uma geração de estrelas europeias que conquistaram espaço no pop mundial.
No festival, seus grandes hits ganharam a dimensão que só um público de milhares de pessoas consegue proporcionar.
15 anos de Lolla, muitas eras do popReunir essas 15 artistas é também revisitar diferentes eras do pop. Tem a cantora que chegou como promessa e virou superstar. A estrela teen que se reinventou. A artista alternativa que conquistou o mainstream. O fenômeno das redes sociais. A nova geração que transformou estética, dança e performance em parte fundamental da experiência pop.
E talvez essa seja uma das melhores maneiras de contar a história do Lollapalooza Brasil: olhando para os artistas que passaram por seus palcos e lembrando de quem eles eram quando chegaram e de quem se tornaram depois.
O Lollapalooza Brasil 2027 acontece nos dias 19, 20 e 21 de março, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, e marca a edição de 15 anos do festival no país.
A dúvida que fica é: quais artistas vão protagonizar os próximos momentos inesquecíveis do Lolla?
















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